NÚCLEO DE AMIGOS DE CHAVES

Foi no dia 14 de Abril que se fez esta reunião anual. Estivemos cerca de um quarteirão. Para um conselho que tem seguramente milhares de pessoas na área metropolitana de Lisboa é realmente muito pouco. Alguns inscreveram-se e não vieram. Não fica bem isso, pois há despesas feitas com a comida e depois estraga-se tudo sem proveito de ninguém.
Apesar de tudo a reunião foi agradável. Estiveram ou marcaram presença pela primeira vez a Ana Maria Tribanas e o marido Filipe, o José Alves Carneiro e o primo José Pereira Carneiro, além do casal amigo do Horácio e da Elisa. Nos aperitivos tivemos folar de Chaves, além de outras coisas mais, oferecido pelo Dr. Carneiro, que em tempos fora meu professor. Tivemos ainda a Fernanda Vara, esposa do José Luís Castor, agora uma senhora arquitecta muito ilustre, que outrora tinha sido minha aluna de Português, numa turma do 4º B. Como foi bom rever esta gente, recordar o tempo distante e reviver um passado de feliz memória! A CTMAD serve também para isto mesmo, congregar as pessoas em volta da mesa e dar esta oportunidade de convívio salutar e descontraído, onde o elo comum é a terra que nos prendeu e ensinou a viver.
A ementa procurou-se que fosse original e as pessoas em geral gostaram. Batatas e arroz com qualquer coisa servem em todos os restaurantes. Ali pode-se comer alguma coisa diferente e foi o que tentámos fazer, se não foi do agrado de todos, pedimos desculpa, mas a intenção foi esta e não outra. A bebida estava boa e aquela aguardente de 1999 de Valpaços também não era nada má, não senhor.
Cantou-se a marcha de Chaves e ainda se entoou também a de Vila Real, mas graças à vetusta rivalidade entre as duas cidades não se lhe deu continuação. Ainda bem, já que recordar é viver e a vida tem de ser vivida no presente sem nunca esquecer o passado. Depois foi a despedida ou debandada e um até breve. Para o ano há mais.