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2011.04.08
FESTA DO FOLAR E DO AZEITE NO PRÓXIMO DIA 17
A FESTA DO FOLAR E DO AZEITE irá decorrer no próximo dia 17 de Abril, no Colégio Marista, em Benfica.
O programa é o seguinte:
08:00 – Entrada dos expositores 10:00 – Abertura da Feira 13;00 – Almoço (10 €) 14:30 – Actuação da Banda Filarmónica de Sendim, Tabuaço 15:30 – Grupo de Danças e Cantares dos Professores de Almada 16:00 – Início do Serviço de Merendas: alheira, folar, pão de centeio, vinho e água 16:30 – Palavras de saudação pelo Presidente da CTMAD 17:00 – Grupo de Violas "Os Maranus" 19:00 – Encerramento da Festa
Convidamo-lo a participar com alegria nesta Festa, e traga consigo os familiares e amigos que quiser.
Transportes: Metro: Alto dos Moínhos Carris: 16, 34, 746, 758 e 768.
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2011.02.20
NA FNAC: LANÇAMENTO DE "PATRIMÓNIO IMATERIAL DO DOURO"
No próximo dia 24 de Fevereiro realiza-se na FNAC do Centro Comercial Vasco da Gama, em Lisboa, o lançamento do 2º volume da obra, de Alexandre Perafita PATRIMÓNIO IMATERIAL DO DOURO, editada pela Âncora Editora, com o apoio do Museu do Douro.

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2011.01.18
ELEIÇÕES PARA OS ORGÃOS SOCIAIS DA CTMAD (TRIÉNIO 2011-2013)
Tal como foi anunciado no jornal, no próximo dia 31, segunda-feira, vão decorrer eleições dos Corpos Sociais da CTMAD, para o triénio 2011-2013.
As urnas abrirão às 15 horas e estarão abertas até às 22 horas.
Na Assembleia Geral que decorreu na passada sexta-feira foi manifestado por vários participantes a importância de as eleições contarem com a presença de muitos associados (as).
Foi também sugerido que, dado o facto de o acto se prolongar por várias horas e entrar pela noite, a cozinha e o bar estivessem abertos.
Vimos informar que tal se irá verificar. Haverá os tradicionais petiscos transmontanos e quem pretender jantar terá apenas de se inscrever na Sede até ao final de sexta-feira, dia 28.
Posted at 08:42 by ntmad
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2010.12.24
Entrevista com o Presidente da Direcção da CTMAD
O Flaviense, Professor Doutor Jorge Valadares, em termo de mandato, propõe-se para um segundo.
Sente-se satisfeito com a forma como decorreu este seu mandato que está quase a terminar?
Digamos que me sinto de consciência tranquila, satisfeito não, pois eu sou sempre um eterno insatisfeito comigo próprio e com os outros que me rodeiam. Sinto que por mais que se faça há sempre algo que se poderia ter feito melhor. O facto de, por razões imperiosas, não ter podido contar a tempo inteiro com alguns dos associados que convidei para me acompanharem leva-me a inferir que, se tivesse podido contar muito mais com eles, o muito que fizemos podia ter sido ainda ampliado. Sinto que cumpri, a actividade da Direcção foi intensa e é indício disso o facto de termos tido ao longo destes três anos cerca de 100 reuniões com quórum, quando se nos limitássemos ao mínimo imposto pelos Estatutos, teríamos tido cerca de 57 reuniões. Sem possibilidade legal de explorarmos a Sede para restauração mas apenas para convívio dos associados, servimos para cima de 120 (dias) refeições ao longo deste período e realizámos cerca de 115 atividades, na Sede e fora dela.
Os associados da CTMAD residentes em Lisboa gostam de reviver os usos e costumes da nossa região e ter acesso aos produtos genuínos que nela se produz. Conseguiram neste mandato satisfazer esses gostos e preferências?
Não o conseguimos menos do que nas direções anteriores que tiveram como nós o forte condicionalismo imposto pela actual Sede. As Festas tradicionais do Magusto e do Folar e do Azeite foram realizadas com sucesso, assim como a Ceia de Natal e o Jantar dos Reis. Também realizámos persistentemente a Festa dos Santos Populares, de menos tradição e talvez por isso com muito menor concorrência.
Essas Festas deveriam servir não só para os associados se divertirem e comprarem os nossos bons produtos, mas também para divulgar estes, não acha?
Sim, e é por isso mesmo que decidimos envolvermo-nos em duas das nossa Grandes Festas na Baixa pombalina, uma das zonas mais turísticas de Lisboa, o que obrigou a uma logística muito mais complexa e trabalhosa. Uma delas, em que fomos a única Casa Regional a aderir a uma Festa da Associação das Casas Concelhias, começou na sexta, dia 29 de Maio de 2009, ao fim da tarde e só terminou no domingo, dia 31, no final do dia. A outra, que também decorreu na Praça da Figueira e no mesmo ano, foi a nossa tradicional Festa do Folar e do Azeite, que associou à sua tradicional finalidade uma outra que se traduziu numa justíssima homenagem a Trindade Coelho, um grande escritor natural de Mogadouro que foi um dos fundadores da nossa vetusta e a mais antiga das casas regionais portuguesas e seu primeiro Presidente da Assembleia Geral. Obrigou a diversas reuniões para contarmos com a colaboração da Câmara de Lisboa, da Câmara de Mogadouro e da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Foram duas excelentes oportunidades de darmos enorme visibilidade aos nossos produtos regionais bem como aos grupos folclóricos e bandas que participaram, mas há que dizer que todas as outras Grandes Festas que realizámos também contaram com a presença de não transmontanos residentes em Lisboa, claro em muito menor número.
Sei que um dos grandes desígnios da CTMAD estatutariamente contemplado é divulgar também a nossa cultura literária e científica e homenagear os seus grandes vultos. Tiveram isso em devida conta?
Procurámos cumprir esse desígnio, embora sinta que a escolha das pessoas a homenagear nem sempre é fácil, até por desconhecimento e por ser subjetiva. Concretizámos uma homenagem já decidida no tempo em que eu era o Vice-Presidente, que foi a do Mestre Pintor Nadir Afonso e que decorreu durante a sessão comemorativa do 104º aniversário da CASA. Claro que não escondo o meu orgulho por ter contribuído para esta homenagem por se tratar de um flaviense e grande amigo, mas o facto de ainda recentemente este Pintor ter sido homenageado e condecorado pelo Presidente da República mostra que a homenagem da CTMAD foi justíssima. Assim como o foi a do Dr. Raul Rego, um jornalista de grande prestígio que foi um político republicano consequente que lutou pela liberdade de expressão do pensamento político e social. Nessa homenagem esteve presente o ex-Presidente da Assembleia da República, Dr. Almeida Santos. Não foi exactamente uma homenagem, que bem a merecia também, mas uma oportunidade de realçar a «transmontaneidade» e o «transmontanismo» do Eng. Tomás Rebelo do Espírito Santo, de Vila Real, o facto de termos publicado o seu livro Viver, Defender e Divulgar transmontaneidade e transmontanismo. Este Ex-Governador Civil do distrito de Vila Real tem sido ao longo de vários anos um dedicadíssimo associado e dirigente da CTMAD. No que respeita à divulgação da nossa cultura posso aqui referir o lançamento de livros de autores como Bento da Cruz, António Modesto Navarro, José Manuel Pavão e João Cerqueira, Luís Vale, Fernando Chiotte, Altino Cardoso e vários outros. Que apoios financeiros tem tido a CTMAD? E bem-feitorias houve?
O suporte mais importante é o dos associados que pagam quotas. Procurámos e conseguimos angariar mais associados, tendo admitido só nos dois primeiros anos do nosso mandato 113 o que veio aumentar o número de sócios pagantes em mais de 15 %. Tivemos alguns apoios do Governo Civil de Lisboa e do de Vila Real, dos Municípios de Valpaços, Chaves, Carrazeda de Ansiães, Sernancelhe, Vinhais, Santa Marta de Penaguião, Vila Real e Mogadouro, e da Junta de Freguesia de São João de Brito, mas houve outros Presidentes de Municípios que deram ou prometeram dar apoios logísticos, por exemplo à deslocação de grupos etnográficos às nossas Festas. Os apoios têm-se sido cada vez mais escassos e o que nos tem valido é uma grande economia e racionalização na gestão financeira. Facilitámos o pagamento de quotas pelos associados, aderindo ao sistema “e-banking”, imprescindível para permitir aos associados a adesão ao Sistema de Débito Directo e reduzimos o custo total das comunicações em cerca de menos 52 % do custo anterior. Isto não nos impediu de termos melhorado a qualidade dos serviços de TV relativamente ao sistema anterior e de termos melhorado o sistema informático com a aquisição de um novo computador e uma nova impressora. Além disso, introduzimos algumas beneficiações na cozinha que contemplaram a aquisição de uma máquina de lavar louça, a melhoria da instalação eléctrica, pintura, armários, etc., e também nas instalações sanitárias, incluindo um novo pavimento, pinturas, reparações elétricas, etc. Porque decidiram alterar o “layout” do jornal da CASA?
Para melhorar o seu aspeto e economizar o custo, tendo para tal contado com a colaboração de um experiente designer gráfico. Infelizmente não conseguimos manter a tão ambicionada periodicidade mensal do jornal, facto a que não foi alheio o custo ainda elevado do mesmo face ao condicionalismo económico em que a CASA viveu. Que outras realizações gostaria de destacar?
Pela positiva gostaria de referir as, para mim, altamente significativas «romagens» à nossa região. Realizámos neste mandato duas em que os associados e seus familiares e amigos que participaram se mostraram bastante satisfeitos no final. E pela negativa quero destacar que, na sequência da reunião preparatória para o efeito havida em 28 de Julho de 2007, no Centro Cultural de Mirandela, e após o envio das respectivas conclusões elaboradas pela CTMAD a todos os intervenientes, se verificou um manifesto desinteresse por parte das autarquias traduzido no facto de apenas terem estado presentes dois Presidentes de Câmaras e um representante de um terceiro. A consequência foi o cancelamento do prosseguimento das nossas diligências feitas no sentido de realizar o 4º Congresso de Trás-os-Montes e Alto Douro. Há alguma atividade que outras direcções da Casa não tenham realizado também?
Há sim, destaco uma série de colóquios/debates com o título Educação e Desenvolvimento em Trás-os-Montes. Pessoalmente preocupado com os maus resultados globais que se verificaram nos últimos rankings das escolas, aos quais, aliás, atribuo um valor muito relativo, mas que em minha opinião não deverão ser ignorados, lancei uma série de acções em que, como professor durante 45 anos, doutorado e com a agregação em Didáctica da Física e autor e pesquisador que há muitos anos investe na área do ensino e da aprendizagem, me envolvi pessoalmente e convidei Colegas também especialistas, um dos quais já foi destacada figura do Ministério da Educação. Daí resultou uma lista de guidelines que irei tentar fazer chegar, directa ou indirectamente, às escolas da nossa região.
(Entrevista conduzida por Artur Monteiro do Couto).
Posted at 17:54 by ntmad
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2010.11.30
Petição pela linha do Tua hoje no parlamento
O movimento de defesa da linha do Tua vai entregar hoje na Assembleia da República uma petição com 4500 assinaturas a pedirem a reabertura da ferrovia transmontana e a reativação do troço até Bragança.
Recorde-se que o procedimento de classificação da linha do Tua, como património de interesse nacional, foi recentemente arquivado ( Anúncio nº10853/2010 , publicado no Diário da República, 2ª série de 11 de Novembro).

Linha do Tua, entre Santa Luzia e o Tua (Foto: Jorge Camera)
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2010.11.18
Na CTMAD, no próximo dia 25: Sessão sobre João de Araújo Correia
Numa conversa a dois, entre António José Borges e João Bigotte Chorão, falar-se-á de um dos mais importantes escritores da Literatura Portuguesa de qualidade: João de Araújo Correia, destacado contista, cronista e epistológrafo português do século XX.
João de Araújo Correia nasceu em Canelas do Douro no dia 1 de Janeiro de 1899. Viveu quase toda a sua vida no Peso da Régua, onde exerceu a sua actividade de médico de profissão e de escritor por vocação, como dizia. Faleceu no Peso da Régua no dia 31 de Dezembro de 1985.
Este notável autor deixou-nos dez livros de contos, quatro novelas, oito livros de crónicas, dezassete títulos diversos e um livro de poesia. A Imprensa Nacional – Casa da Moeda está a reeditar a sua obra completa (ficção). Sendo um autor de difícil rotulagem, João de Araújo Correia insere-se na linhagem de escritores do Século XX português que pediram águas a Camilo Castelo Branco, Trindade Coelho ou Fialho de Almeida, entre outros, e que a par de um Aquilino Ribeiro, um Domingos Monteiro ou um Miguel Torga influenciaram outros autores contemporâneos, como Mário Cláudio ou Agustina Bessa-Luís, também entre outros.
Esta sessão na Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro visa, então, dignificar mais um autor português, consciente e iluminado, que se quer maior no panorama da Literatura Portuguesa do século XX.
Lisboa, 15 de Novembro de 2010
António José Borges
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2010.10.30
7 Novembro 2010 - Externato Marista de Lisboa
Programa
10:00 Abertura Feirantes (para vender produtos regionais)
13:00 Almoço: Feijoada à Transmontana
15:00 Tarde Cultural: Rancho Folclórico e Etnográfico da Casa do Concelho de Cinfães do Douro em Lisboa
16:00 Merenda: Castanhas, alheiras e vinho
COMPAREÇAM!!!
Localização do Externato Marista de Lisboa : Rua Major Neutel de Abreu, nº11, 1500-409 Lisboa. GPS: N38.747548 W9.181272
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2010.10.19
Terça-feira, dia 26 Outubro: Ranking das escolas em debate, na sede da CTMAD
Foram publicados recentemente os rankings das escolas secundárias portuguesas. Apesar de este tipo de indicadores terem um valor questionável como meio de graduar o valor do trabalho escolar, não devemos deixar de nos preocupar com os dados obtidos a partir dos mesmos.
Assim, uma vez mais, as escolas da nossa região, globalmente, ficaram mal situadas, excepção feita a uma delas que ficou no 28º lugar, segundo o ranking do jornal Expresso. Porém a segunda melhor escola já só ficou em 163º lugar. E se é um facto que uma escola transmontana ficou em 28º lugar, logo uma outra da mesma cidade ficou no 35 º lugar a contar do fim (entre as 485 escolas). Nos últimos 25 % do total das escolas estão situadas 12 das 27 escolas de TMAD, ou seja: cerca de 45 % das escolas transmontanas estão situadas entre as 25 % mais mal classificadas.
Por que razão continuamos a assistir ao facto de a educação escolar em TMAD apresentar, comparativamente, tão maus resultados?
Por que motivo, na mesma localidade transmontana, e portanto, em princípio, dentro de uma mesma realidade social, uma Escola fica tão bem situada e outra tão mal? São perguntas como estas que deverão fazer pensar todos os que têm sangue transmontano nas veias e amam a sua terra.
Convidamo-lo (a) a vir pensar connosco neste problema no próximo dia 26, terça-feira, pelas 18 horas, na nossa Sede. Para ajudar à nossa reflexão, vamos contar com a presença do Prof. Doutor Domingos Fernandes, que sendo descendente directo de barrosões, é um dos maiores especialistas portugueses em educação e já exerceu cargos governamentais.
Poderá ainda confraternizar connosco no jantar que se seguirá à palestra - debate com a tradicional e muito apreciada posta mirandesa. Terá apenas de se inscrever na sede até ao dia 22 de Outubro (próxima sexta-feira) através do telef. 217939311 ou através do e-mail: ctmad.lisboa@gmail.com.
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2010.10.06
Eng. Tomaz Espírito Santo lança livro
A Direcção da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro (CTMAD) decidiu editar o livro "Viver, Defender e Divulgar transmontaneidade e transmontanismo", da autoria do Senhor Eng. Tomaz Rebelo do Espírito Santo, nosso associado de longa data a quem esta CASA muito deve e que é um profundo conhecedor e grande divulgador da realidade de Trás-os-Montes e da CTMAD. O prefácio é da autoria do Professor A. Guilhermino Pires, actual Presidente da Assembleia Geral.
A cerimónia de lançamento do referido livro terá lugar no Palácio Galveias, perto da Sede da CTMAD, ao Campo Pequeno, no dia 15 de Outubro, pelas 19 horas, e contará com a presença do Professor Doutor Adriano Moreira que fará a apresentação do livro e do autor.
N. B. – Será servido um jantar evocativo da culinária regional para quem se inscrever até às 16 horas o dia 12, ligando para a sede: 21 793 93 11 ou por e-mail: ctmad.lisboa@gmail.com
Posted at 12:13 by ntmad
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2010.10.02
II FORUM João de Araújo Correia
16-17 OUTUBRO, Museu do Douro
Programa
16 Outubro
09H30 Recepção aos participantes
10H00 Sessão de Abertura
10H15 Lançamento do livro (reedição) «Sem Método»
10H45 Intervalo para café
11H00 1.º Painel
«Toda a gente se confessa quando escreve. Confessa-se de modo muito puro,
porque não sabe que se está confessando», in Carta a João Bigotte Chorão
Moderador - João Bigotte Chorão
Comunicações
«Privilégio de ser editor»
Cruz Santos - Editor
«O Douro no discurso cronístico de João de Araújo Correia»
Henriqueta Gonçalves - Docente UTAD
«Sob o signo de Camões?»
José Carlos Seabra Pereira - Docente da Universidade de Coimbra
Almoço
14H30 2.º Painel
«Cada reforma ortográfica é uma convulsão no idioma»,
in A Língua Portuguesa (antologia)
Moderador - Helena Gil
Comunicações
«Língua Portuguesa: passado, presente e futuro»
José Barbosa Machado - Docente UTAD/escritor
«Descobrir Shakespeare sem esquecer João de Araújo Correia»
António Leite - Director Regional de Educação do Norte
«Regionalismos na obra de João de Araújo Correia»
A. M. Pires Cabral - Escritor
Título a indicar
Ana Maria Ribeiro - Docente Universidade Minho
Jantar convívio e serão cultural
17 Outubro
10H00 3.º painel
«As excursões passam na Régua como gato por brasas», in Pátria Pequena
Moderador - Jorge Almeida
Comunicações
«Turismo, cultura e desenvolvimento regional»
António Martinho - Presidente da Entidade Regional Turismo
«A Régua à imagem de João de Araújo Correia»
José Manuel Lopes - empresário agrícola
12H30 Pequeno percurso pedestre em torno da geografia sentimental
de João de Araújo Correia
13H00 Prova de vinhos e almoço numa quinta do Douro
Actividades paralelas
Documentário sobre João de Araújo Correia (por cortesia da DRCN)
Lançamento do Livro «Sem Método», de João de Araújo Correia
Exposição de caricaturas (colaboração da Escola Secundária João de Araújo Correia)
Leitura encenada de um conto de JAC a cargo de José Castelo Branco
INFORMAÇÕES ADICIONAIS
Maria da Luz Magalhães TM 962406061
António Damas da Silva TM 915447996
Posted at 19:16 by ntmad
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